Dia: 8 de janeiro de 2020

Pra quem nunca andou de bonde, ah!, taí uma chance!

             “Gilda”, no passado da Pauliceia: linda, nas telas;charmoso, nos trilhos Paulistano de mim contemporâneo – prestes a setentão – lembrará. Tãovivamente quanto lembro, de certos belos bondes, que sobressaíam napaisagem. Moleque, meados dos anos 50, era-me curioso. Eu nem sabia, mas elestinham vindo de Nova York! Em vez de … Ler mais…

Então, a maior lâmpada de São Paulo – na Lavapés – ela (se) apagou…

       Meu pai era paulistano do Glicério. Das cercanias da pequena elevaçãono final da curtinha Rua Espírita, o “morro do piolho”, diziam. Por 35anos, operário de serviços braçais, das oficinas da Lavapés, daoriginariamente The São Paulo Tramway, Light and Power. Que, comosabemos, passou os bondes vermelhos – carros abertos e camarões –todinhos! – para … Ler mais…

“Nostalgia paulistana, empacotadinha e amarradinha, alojada no coração”

Pré-adolescente, magrelo e espigado, obtenho o primeiro empreguinhocom a “carteira de menor”, lembro; na verdade, carnês de contribuiçãoprevidenciária, ao então I.A.P.I., meu caso, industriário. Meia-duzinha de molecões, auxiliares de expedição do LaboratórioXavier, da Rua Tamandaré. Entregávamos remédios, medicamentos aliproduzidos, para farmácias paulistanas, e de algumas cidadesmetropolitanas. E que experiência! Possibilitou-me descortinar horizontes daPauliceia, enquanto propiciava … Ler mais…