Denúncias

Denúncias (13)

 

Nessa seção, apresentamos relatos e manifestações das Denúncias e Indignações daqueles que realmente se importam com Nosso Ipiranga.

Venha, participe voce também!

Agora, vamos às denúncias:


 

“NEM SEMPRE A IMAGEM DIZ TUDO” !

Parque independência patrimônio história tombado ,totalmente abandonado.

Uma casa administrado por três donos jamais poderia dar certo. “É como se fosse à casa da Maria Juana”

SÓ PARA ENTENDEREM !

Aos fundos temos o prédio do Museu Paulista, administrado pela USP (Universidade de São Paulo), prédio este que está fechado há mais de cinco anos por falta de manutenção e reparos.

Na frente temos a fonte e o jardim francês de responsabilidade da prefeitura de São Paulo e administrado pela Secretaria do Verde e Meio Ambiente, fonte esta que está sem uma gota d'agua deste de 2013 por falta de manutenção e reparos.

Como não bastasse, agora estamos enfrentando problemas de iluminação com um total de 50 lâmpadas queimadas e o pior; corremos o risco de ficarmos sem segurança.

Segundo relatos e reclamações de alguns usuários e da própria administração, a partir de hoje o parque ficará sem a vigilância particular, devido ao término do contrato.

Temos também o Monumento do Ipiranga de responsabilidade da Prefeitura de São Paulo administrado pela Secretaria da Cultura, totalmente abandonado.

Como não bastasse todos estes problemas administrativos, agora surgiu mais um e com o consentimento do próprio conselho eleito pelo os usuários.

Segundo relatos e reclamações dos usuários, em torno do Parque será instalado Zona Azul e o estacionamento interno será reservado só para os funcionários do Museu e do Próprio Parque, segundo informação da administração.

Não consigo entender, oras, se o espaço é publico isto quer DIZER DE TODOS , porque então será reservado só para os funcionários.

Caso exista uma lei especifica onde diz que funcionários têm direito a apropria-se de um espaço público, eu a desconheço; se existe peço que apresente aos usuários.

Senhores usuários e Ipiranguista ,não devemos nos calar e aceitamos tais decisões sem antes sermos consultado, o PARQUE INDEPENDÊNCIA ,além de ser histórico e tombado é a nossa única área de Lazer que temos em nosso território.

Vamos exigir os nossos direitos de cidadão

 

Por: Celso Henriques

02/06/2016

Seg, 21 de Setembro de 2015 10:41

“Ciclovia disputa espaço com pedestre”

Escrito por Administrator

Pequena matéria de jornal de bairro, do Ipiranga. “Ciclovia disputa
espaço com pedestre” (melhor, tira-lhe esse espaço). Uma foto bem
ilustra a esquisitice, a tal ciclovia. Uma calçada, de ponta a ponta,
tomada literalmente (comprimento e largura) por um extenso vermelhão –
segundo a matéria, fruto de um “projeto” (que projeto!) que originou a
ciclovia.

Quer dizer, diz-nos a foto: pintar TODA uma calçada; espalhar aquele
horroroso vermelhão; sequer sinalizar, nem de solo, separando mãos de
direção para quem ali (indevidamente) pedala; tirar o espaço, que lhe
é privativo, a calçada, do pedestre – “isso” é projeto de ciclovia?
Ora: andar de bicicleta na calçada, não é proibido, diz o Código?
Incoerência.

Tal “solução”: inspirou-se de quê? Da Holanda? Alemanha, Dinamarca?
Tóquio, Nova York? Ao que parece – basta a foto – de “Deu a Louca no
Mundo” (paulistano). Eu nunca iria pedalar num esdrúxulo desses, que
bota pedestres sob risco.

Prossiga, jornalzinho ipiranguista. “Trechos da ciclovia implantada na
Francisco Mesquita não estão agradando os moradores e comerciantes”,
diz a matéria. Por certo, terá agradado ao Poder Público, que a
pintou. Prossegue: “Uma parte da faixa exclusiva foi pintada sobre a
calçada, dificultando o passeio entre pedestres” – consertando o que
está “certo”: dificultando pedestres circularem NO passeio, vulgo
calçada.

Nem é preciso ler na íntegra. O arremate é este – vê se pode! “Segundo
a CET – diz o jornal – o projeto levou em conta a quantidade de
pedestres (sic) em circulação na região”! Raciocinemos, que não tem
contraindicação.

Primeiro, ciclovias como essa – que afrontam a proibição (inútil) de
pedalar na calçada – parecem ter sido pintadas a esmo. Que ganho traz
para ciclista, algo desse tipo? Que fluidez de “bikes” isso garante?
Tira a bicicleta da rua, mas expõe pedestres a risco.

“Quantidade de pedestres”?! Quem, como e onde “avaliar”, se é que essa
avaliação faz algum sentido? Calçada é de pedestre, passem por ela
poucos caminhantes ou muitos. Que visão maluca! Ainda que a própria
lei de trânsito admita (equivocadamente – mudemos a lei), e mesmo que
“devidamente sinalizada”, calçada NÃO PODE SER de bicicletas: mesmo
que na Holanda ou Nova York. A belicosidade de que se reveste nosso
trânsito nem permite essa “convivência” arriscadíssima, pedestres e
ciclistas simultâneos, mesmo chão.

Pelo visto – só de olhar a foto, nem é preciso ler a reportagem – essa
ciclovia da Francisco Mesquita já nos dá ideia de que pedestre
paulistano – no que tange à integridade física ante desordenadas
bicicletas – pode não estar em “boas mãos” – já que não se fiscalizam
bikes. E não está mesmo!

Indiscutível, estamos é – quanto a almejar alguma civilidade, nas
calçadas – nas mãos dos que conduzem (são conduzidas) guidões muito
afoitos... E impunemente, aliás.

Enfim... Nessa “linha de raciocínio”... ou seja, onde pouco pedestre
“pode bicicleta” (putz!), é de inquirir: por que bicicletas e
triciclos pedaláveis nos calçadões do Centro onde – milhares de
pedestres! – nem espaço há para pedalar? Bicicletas nos calçadões? É
algum “projeto”, com base no “Inferno de Dante”, certamente...

 

Por: Rubens Cano de Medeiros

Qua, 21 de Janeiro de 2015 11:10

BIKE - DENÚNCIA

Escrito por Administrator

Por Rubens Cano de Medeiros

Embora jornais e tevês não mostrem, as bicicletas paulistanas vivem
duas realidades. Realidades que são antípodas, “opostas”. Uma delas é
o cenário de ciclovias e ciclofaixas de lazer – é o único momento em
que a douta autoridade municipal de trânsito toma conhecimento dessa
mobilidade, as bicicletas. A outra realidade – da qual ninguém fala –
é a das bicicletas rolando fora de ciclovias – que é, esta segunda, um
trânsito clandestino, pois sem fiscalização e fluindo na contramão das
regras do Código. Clandestinidade sobre duas rodas.

Pois o trânsito de bicicletas paulistanas é como moeda: tem duas
faces. Uma face, esse trânsito, é o que é – para a mídia, para a CET,
para o prefeito e secretário, para “especialistas” de trânsito: pensar
em bicicletas, exercitar o neologismo sobre duas rodas,
“cicloatividade”, é tão somente referir ciclovias. Jornais e revistas,
aliás, dão total apoio à causa, pois só mostram… ciclovias. Que
mostrem o outro lado! É hora!

E como se pintar faixas vermelhas no asfalto, por si só, isso
resolvesse a delicada questão, bicicletas interagindo com carros e
pedestres – como se várias dessas ciclovias não fossem “precárias”,
mal acabadas, estreitas… De fato, dão segurança pedalar nelas?

A outra face da moeda é o de como via de regra os ciclistas pedalam
nas ruas, uma vez estando fora das ciclovias. Fazem-no sob fiel
obediência ao oportunismo e à individualidade: “lei de Gerson”. Com
desobediência fiel à conduta de civilidade: imprudência e total
desprezo ao pedestre. Ciclistas são contumazes transgressores das
normas de trânsito.

Certo é que querer fiscalizar (imagine-se então autuar) bicicletas –
como prevê o Código – deve mesmo ser incumbência difícil, complexa.
Para começar, bicicletas nem têm placas! (no passado remoto, tiveram)
Só que bicicleta é “veículo”, garante o Código. Então há que
disciplinar. E o que ciclista mais faz é infringir. Total falta de
educação: dever-se-ia exigir fiscalização. Autuar, por que não?

Por exemplo: é inaceitável que ciclista pedale sobre calçada (claro,
exceto as crianças). Pois até bicicletas de entrega o fazem! Maior que
fosse a “cautela” de quem pedala, bicicleta no meio de pedestre é
receita de acidente. Fica por conta do acaso. “Compartilhar”?
Papo-furado!

Igualmente insensato, absurdo, é bicicleta na contramão, junto do
meio-fio – ou avançar o semáforo, invadir faixa de travessia: pega o
pedestre “de surpresa”, inesperadamente. Daí, pedestre bobear, já era…
Atitudes burras, do ciclista, não? Cadê fiscalização?

Alguém de nós, paulistanos, já terá visto – uma vezinha só – um agente
de trânsito ao menos advertir, censurar, repreender ciclista acintoso,
imprudente? Claro… que nunca! E a autoridade de trânsito, nas ruas,
ela empreende uma única medida que seja, alguma ação “educativa”,
preventiva (direção defensiva) para o trânsito de ciclistas? A mídia,
participa, assim, também? Já falar de ciclistas… Ciclistas bem
comportadinhos, dos domingos, ciclofaixas de lazer, nada têm a ver com
bicicletas nas ruas. Duas realidades. Moeda.

Essa “solução” de bicicletas e pedestres “compartilharem” calçadas,
não obstante previsto no Código, é perigosa: exceto se a segregação
for para valer, qualquer dos dois poderá até invadir o espaço do
outro. Outra burrice é permitir bicicletas na contramão – mesmo que a
lei abra as portas. Não é porque é lei que deva ser a melhor solução:
por quê?

Vale para todos: bicicletas “comuns”, para as “elétricas”, para
assemelhados – triciclos de carga, grandões. Todos pedalam nas
calçadas etc. Isto quer também dizer, paulistano, que quando você
estiver caminhando… Natural e habitualmente, cuidado, então!
Ingenuamente achando que “calçada é do pedestre”, não é! Às tuas
costas, ou mesmo à frente, ou numa curva, na esquina… Ei-la, na
calçada! Uma imbecil bicicleta! Imbecil, mesmo, não é ela. Cadê
fiscalização?

Não sou contra ciclovias. Incrível, até sou ciclista! – que nunca
andou na calçada. Mas, concidadão, convenhamos. Caminhar na calçada;
atravessar uma rua, confiar no semáforo; cruzar faixa de pedestres…
Tem que jogar a moeda para cima, que nem juiz de futebol: cara ou
coroa? Isto é, naquelas situações supracitadas, a “chance” de topar
com uma bike – que te dê uma porretada – é mera questão, de sorte ou
de azar! Aliás, quem joga a moeda para cima, só pode ser… a CET: cadê
fiscalização? Alguém de nós se importa? Ah, quer saber? O que importa,
mesmo, é… deve ser… ci-clo-via!

Dom, 05 de Outubro de 2014 13:05

Descaso e Irresponsabilidade

Escrito por Administrator

Caros Senhores do Portal do Ipiranga,

Nós moradores da Rua Huet Bacelar não agüentamos mais o descaso e irresponsabilidade do Sr. AnaelDiretor do Aquário de São Paulo e do seu gerente de marketing,Sr. Márcio pela indolência e descaso com os moradores deixando e enviando ônibus de turismo fretados enormes estacionar enfrente as nossas casas todos os dias.

Como cita a Lei N°14.971 de 25 de Agosto de 2009,no seu artigo 14. É vetado o uso de vias e logradouros públicos para o estacionamento de veículos que desempenham a atividade de fretamento,cabendo à operadora dispor de local próprio para tal finalidade e isto não esta sendo respeitado e muito menos acatado pelo “Aquário de São Paulo”.Já tivemos uma reunião com o Sr. Anael,contato telefônico por diversas vezes com o seu gerente de marketing,o Sr. Márcio e só tivemos promessas vans que não resolveram nada até o momento,todo dia para um,dois ou mais enormes ônibus em nossas portas,sendo que os motoristas se comportam como se estivessem em um terminal de ônibus ou coisa assim,deixam os motores diesel ligados por longos períodos poluindo o interior de nossas casas e perturbando a vizinhança e o transito local,afunilando a passagem dos carros na rua.

Semana passada,milagrosamente,compareceram ao local fiscais da SPTrans não sei nem como,acompanhados de uma viatura da GCM mas ninguém foi autuado e a coisa foi muito rápida.

Tenho minimizado o problema ligando para as empresas e fornecendo o número dos ônibus,ameaçando chamar a fiscalização e a empresa entra em contato com os motoristas e os faz retirar os fretados,é o que nos faz continuar tendo qualidade de vida e sobrevivendo nesta rua mais não sei até quando isso vai funcionar.Peço aos senhores e que encaminhem este E-mail para o Dr.Padilha,que tem publicações de denúncias na GI pois daqui para a frente a coisa só vai piorar pois o Sr. Anael diretor do Aquário já pediu a mudança da rua para mão única e esta fazendo La no fundo do parque aquário um tal de mini Zoo que vai transformar essa rua em um inferno acredito eu pois não comporta um parque temático para visitação e sim área residencial.

Aos fins de semana um tal Alemão flanelinha toma conta da frente de nossas cadeiras e objetos,impedindo a circulação livre de visitantes e cobrando por vagas publicas,isso é uma absurdo e a direção do Aquário é inerte e indiferente sobre o que acontece aqui.

Estou enviando fotos anexas para a análise dos senhores e estou ao dispor dos senhores para denunciar e resolver reste problema crônico,comprei a casa faz um ano e meio e estou a 100 metros do tal aquário e já fui até ameaçado(veladamente por telefone),por favor tomem alguma providência e resolvam essa questão em nome dos moradores locais eu acredito em vocês e agradeço.

Por: Lourival Grillo Alcântara

Qua, 20 de Novembro de 2013 12:23

Vida de Crianças em Risco

Escrito por Administrator
Dia 18/11/2013, por volta das 17horas, uma perua escolar com crianças a bordo, em alta velocidade, corta os veículos e passa por cima de circulares. Ao notar que eu tirava fotos do veículo, o motorista tenta colidir com o meu veículo. O motorista aparentava estado alterado de consciência (alcoolizado? drogado?) e ainda ameaça minha integridade física.
Seria interessante uma publicação para alertar os pais, que confiam a segurança de seus filhos a uma empresa desse tipo.
Identificação do veículo: 
- Perua Escolar placas final 80 - São Paulo
 
Por R.M.
Sáb, 15 de Setembro de 2012 12:45

Lixo no Parque - Carta ao Administrador...

Escrito por Administrator

Ao

Sr. Rafael Quintino
Administrador do Parque da Independência
 
Venho por meio deste, demonstrar minha indignação quanto a limpeza e coleta do lixo após grandes eventos ocorridos no Parque da Indepêndencia.
No dia 07/09 houve um grande evento no Parque da Independência em comemoração a Indepêndencia do Brasil. Como aumenta significamente o fluxo de pessoas em grandes eventos consequentimente aumenta a quantidade de lixo, é obvio. E este lixo ficou no Parque nos dias 7,8,9 e 10/09 sem que fosse limpo e recolhido, prejudicando a imagem para os turistas e seus frequentadores.
Contudo parece que as autoridades competentes não se dão conta desta situação, que sempre acontece do Parque.
Parece-me que falta planejamento na execução de grandes eventos, pois o planejamente se estende ao antes, durante e após. Como em todo evento o responsável deve planejar a limpeza e coleta de lixo após o seu término, e não deixando a cargo dos funcionários do Parque, que são poucos, tal tafera.
Como pode ainda existir tamanha incompetência  por parte do governo, já que sempre há eventos no Parque.
Alguns tem a opinião que esses eventos não devem ser mais realizados no Parque por tal situação, mas a questão não é essa, e sim que o responsável pelos eventos seja também responsável pela limpeza e coleta de lixo imediatamente após o seu fim.
Sem mais para o momento. Por: William Mathias

 

esse e-mail vem denunciar a transgressão da duas leis sobre poluição sonora. Leis estas que se pode ver no Link da prefeitura que deixa bem claro: O órgão trabalha com base em duas leis: a da 1 hora e a do ruído. A primeira determina que, para funcionarem após à 1 hora da manhã, os bares e restaurantes devem ter isolamento acústico, estacionamento e segurança. Antes desse horário, a Lei do Ruído controla a quantidade de decibéis emitidos pelos estabelecimentos, a qualquer hora do dia ou da noite. O estabelecimento denominado Nosso Bar, localizado na Rua Agostinho Gomes, 3111, esquina com a Rua Clemente Pereira, tem transgredido essas leis. Durante a semana: O bar funciona de segunda a domingo por volta das 18hs até as 2hs da manhã. Em dia de jogo da libertadores, quarta e quinta, o mesmo é frequentado por meliantes que gritam hinos de torcida, gritam palavrões, soltam fogos de artifícios e xingam as pessoas que reclamam. Tudo isso tem sido feito depois das 22hs, horário que geralmente começam os jogos. É inaceitável, pois trabalhores querem descansar para acordar cedo no outro dia para trabalhar. Ainda durante a semana, de sexta feira, o mesmo tem colocado música mecânica com som acima do permitido, indo além do horário permitido. O mesmo não possui isolamento acústico, segurança ou estacionamento, ou seja, está transgredindo as leis. Durante os finais de semana: O bar tem utilizado música ao vivo e mecânica acima do permitido, incomodando os moradores. O mesmo tem prejudicado o trânsito e a calçada com o volume de pessoas. Se o morador pensa que vai tirar uma soneca a tarde depois do almoço, pode esquecer, pois o bar não respeita isso e fica o da inteiro com a música com volume não permitido.Ainda no fim de semana quando chega a noite, o mesmo continua com a música em alto volume e não respeita as leis da poluição sonora. Além disso, foi constatado por moradores que frequentadores do mesmo usam drogas nas imadiações e perto das casas. Uma casa em construção foi invadida para que os mesmos pudessem usar drogas se refugiando da chuva. Ou seja, moradores antigos das ruas que são totalmente residencias, estão tendo que passar por essa situação desagradável, expondo suas famílias e seus bens para pessoas sem o mínimo de respeito, educação e procedência. Exigimos uma atitude urgente, pois como se pode ver, devemos respeitar uns aos outros, e as leis são feitas para serem cumpridas. Nenhum outro bar funciona da mesma forma em todo o bairro, basta ver os da rua Costa Aguiar. Os moradores querem deixar bem claro que não são contra a existência do bar ali, pelo contrário, sua iluminação ajuda as ruas. Mas o que queremos é que se quiser ter música, seja ao vivo ou mecânica, que seja feita dentro do bar e com isolamento acústico. E que em dias de jogos, não soltem fogos e tenham mais respeito ao gritar palavrões, por conta das famílias residentes em ambas as ruas. E se houver drogas, que seja investigado pela polícia para apurar se há venda no local. No aguardo de uma providência. Att. Moradores da Rua Agostinho Gomes e Clemente Pereira.
Seg, 14 de Maio de 2012 12:34

Barulho e Desrespeito

Escrito por Administrator
Enviado pelo Internauta: M.B. - Bairro Ipiranga "Prezados, fica aqui uma denúncia sobre um estabelecimento que não respeita a Lei do Ruído. O mesmo não tem isolamento acústico, estacionamento e segurança. Utiliza música ao vivo, música mecânica acima do normal e os frequentadores gritam, falam palavrões e fazem algazarras desrespeitando as famílias dos moradores. Em ruas totalmente residencias o bar destoa do ambiente familiar que predomina no local. Nenhum dos moradores gosta de como o bar vem reagindo, desrespeitando os moradores antigos e ignorando a Lei do Ruído. Os moradores nem reclamam de ter um bar ali, mas o desrespeito com o barulho é inaceitável por todos. Em dia de jogo piora, pois utilizam de fogos de artifício e gritam muitos palavrões. O bar fica na esquina da Rua Agostinho Gomes com a Clemente Pereira. Localizado no numero 3111, chamado de Nosso Bar. Esperamos providências pois é inaceitável a poluição sonora produzida pelo estabelecimento tarde da noite, ntre 19 as 01 hs, onde os mesmo querem descansar sem ficar ouvindo músicas e gritos indesejáveis." M.B.
Seg, 26 de Dezembro de 2011 19:40

Abandono...

Escrito por Administrator

“Ouviram do Ipiranga às margens plácidas...” Eis nosso Hino Nacional, que referencia de forma tão digna um dos Bairros de São Paulo que fez e continua fazendo história.

Desanimadamente, como morador do Bairro, deparo-me com extremo abandono de várias regiões do Ipiranga, onde a falta de dedicação, zelo e cuidados, seja de órgãos competentes ou até mesmo de associação de moradores de bairro se faz presente.

 

Um bairro de classe média alta onde, em regiões e ruas cujos nomes fizeram história, deparamo-nos com o mau trato e descaso, refletidos pela imundice de moradores e de “moradores de rua” que, desafortunadamente, sem escolhas e/ou perspectivas, degradam ruas, passeios e praças, como é o caso das mediações da Rua Cisplatina, Rua Dom Lucas Obes, Rua Almirante Lobo, Rua Brigadeiro Jordão, Rua Oliveira Alves e, não muito menos, a Praça Ari da Rocha que, talvez, num passado não muito distante, já expôs aos moradores do Ipiranga alguma beleza e aconchego, com passeios e árvores, estruturas mínimas que uma praça deve proporcionar.

É assustador o número de fios elétricos furtados de várias ruas, o depósito de lixo a céu aberto das regiões expostas anteriormente, servindo como pontos de drogas, conflitos, assaltos e pontos de disseminação de doenças, tais como, dengue, leptospirose e tantas outras prejudiciais à saúde.

Não podemos nos esquecer do famoso Paulistão, vulgo “fura fila”, cujo tempo demandado para construção perdurou por mais de 10 anos, onde os canteiros da Avenida do Estado e Rua das Juntas Provisórias, após inúmeras insistências do Morador do Bairro Jayro Sant’Ana Junior, foram gentilmente atendidas por intermédio do Excelentíssimo Vereador Dissei, Ministério Público e certamente a Secretaria do Meio Ambiente.

Deveras, o empenho e trabalho em fazer as melhorias nessa região da Avenida do Estado e Rua das Juntas Provisórias foi um marco de grande valia, entretanto, sem manutenção, haja vista, os canteiros são cobertos pelo “Paulistão” e não há sistema algum de irrigação, até mesmo de meios naturais “chuva” que não consegue alcançar os gramas e flores ali utilizadas.

Mais um ano termina e continuamos nos deparando com tal situação degradante, tanto para os moradores, tanto para os catadores de lixo que, por falta de estrutura do Estado de São Paulo, não tem outra opção, a não ser continuar vivendo nos “primórdios de homens das cavernas”, destruindo o lugar que vive, sendo agressivos, consumidores de drogas, devastando praças, ruas e calçadas e, assim, condicionando aos moradores do Bairro Ipiranga a esta situação deplorável.

Aos vereadores da região, subprefeitura e ao próprio Excelentíssimo Prefeito Gilberto Kassab, em nome de todos os moradores deste bairro, fica aqui nosso apelo para soluções imediatas destes fatos que já se estendem por tanto tempo. Salvem a Praça Ari da Rocha!!!! Salvem os canteiros da Avenida do Estado e Rua das Juntas Provisórias, isolem com grades o vão do Viaduto Grande São Paulo!!! Nos moradores do Ipiranga, despedimo-nos cordialmente, na certeza que as atitudes públicas concedidas à Vossas Senhorias serão cumpridas e que, brevemente, voltaremos a ter ainda mais orgulho de nosso bairro: IPIRANGA -  O BAIRRO DO GRITO.

Por: Visitante Roberto Pereira

Qua, 29 de Junho de 2011 18:08

Nova favela no coração do Ipiranga

Escrito por Administrator

 

Denúncias de abandono e ocupação irregular de imóveis deram a tônica à reunião do Conseg Ipiranga, realizada no último dia 28, na Associação Comercial – Distrital Ipiranga.

Na rua Bom Pastor, 343, onde há cerca de 40 anos existia uma vila de casas e anos depois virou um posto de gasolina, atualmente vivem aproximadamente 20 famílias que há cerca de quatro anos se apossaram do lugar. O espaço com oito anos de IPTU atrasado, com ligação irregular de luz, sem água encanada nem sistema de esgoto preocupa moradores da vizinhança, que já sentem os reflexos da ocupação irregular na desvalorização de seus imóveis. “Para qualquer reforma que eu vá fazer em minha casa preciso de autorização da prefeitura, agora essas pessoas chegam a um terreno vazio, se fazem de donos, levam perigo à redondeza e o poder público nada faz”, desabafa cidadão presente à reunião. Segundo denúncias, quem toma conta do local é um ex-presidiário, de cognome Zé Ladrão, que no passado já esteve envolvido até em assaltos a bancos. Para encobrir a visibilidade do local, está sendo levantado um muro em torno da pequena favela, que se beneficia da proximidade do Parque da Independência e dos grandes eventos ali promovidos para abrigar guardadores de carros em vagas ali criadas.  Testemunhas afirmam terem presenciado assalto a pessoas, no ponto de ônibus vizinho à dita favela.

Situação semelhante passa o imóvel na esquina da rua Bom Pastor com a Cisplatina, onde uma padaria fechada hoje serve de abrigo para moradores de rua, que já saquearam parte do que sobrou da construção.

O representante da Subprefeitura do Ipiranga, Miguel Baroni prometeu levar o assunto ao conhecimento da administradora da regional, Coronel Vitória.

Esteve presente à reunião o delegado da 17ª DP, Antônio Barreras, além de representantes da Guarda Civil Metropolitana, da Polícia Militar e da CET.

As reuniões estão previstas para acontecer sempre na última terça-feira do mês. A próxima acontece no dia 26 de julho, na rua Benjamin Jafet, 95

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